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Lembra quando uma novidade tecnológica substituia por completo alguma outra coisa, que se tornava obsoleta e em seguida caía por desuso completo? Tivemos duas ondas nesse sentido: a primeira foi pela própria popularização do computador que, entre outras coisas, tornou obsoleto a máquina de escrever.

A segunda onda se caracterizada por substituições que ocorriam dentro dos computadores. O Orkut e o MySpace sumiram, tendo seus espaços ocupados pelo Facbook. O Flickr..., ele ainda existe. Mas fato é que ele morreu para muitos e seu lugar como rede social para fotos foi tomado pelo Instagram.

Para o profissional de tecnologia o história é a mesma. O que dizer de programadores de Cobol, Clipper, Delphi...

A era das startups

Trabalhar para uma grande empresa não está dentro de meus planos. Não a menos um ideal. Para ganhar um bom salário lá, há dois grandes problemas: concorrer com muita gente, e essa muita gente ter pensamento antigo, ultrapassado.

Por outro lado, não há pessoas com pensamento antigo apenas em grandes empresas. Ainda há pessoas que sonham em estar da equipe de um novo Facebook ou um novo Twitter, algo que começa pequeno, e que irá ser adotado massivamente pelas pessoas e se tornar uma tendência onipresente da realidade de um futuro próximo. Isso me soa como um conto de fadas. Faz tempo que não acontece nada nesse sentido. O que não significa que não há mais oportunidades de ganhar dinheiro.

Como ex-estudante de Marketing, aprendi a ter um respeito e admiração especial não pelas grandes empresas, mas pelas pequenas. Elas têm um diferencial que por definição nunca será alcançado pelas grandes empresas: elas são mais rápidas e flexíveis. E isso permite que elas preencham as frestas de mercado que as grandes empresas são incapazes de preencher, o que inclue os momentos de crises financeiras.

WordPress é puxado pelos usuários, e Drupal é empurrado pelos desenvolvedores. Qual é a melhor posição?

WordPress e Drupal são ferramentas essencialmente usadas para gerenciar conteúdo na web. Pense que é um sistema que não apenas entrega um site, mas que também oferece uma interface administrativa para administradores e editores poderem fazer alterações nos mais diversos componentes do site, sendo que, não é de surpreender, o principal intuito é administrar o conteúdo. Mais, ele oferece um sistema de "hooks" que permite a desenvolvedores extender as funcionalidades e administrar o tema, que é o conjunto de códigos e assets que detreminam a aparência do site. E para finalizar com as semelhanças, ambos são construídos com a utilização da linguagem PHP. Poderíamos dizer então que ambos são concorrentes, correto?

Porém, para eu que comecei a utilizar o Drupal para fazer sites (e a grande maioria das pessoas nesta situação se tornam fãs incondicionais desta ferramenta), o fato de que o WordPress representa quase 30% de toda web, segundo o site electroimpulse, é um problema. O Drupal representa apenas 2,3% dos sites, menos de um décimo do uso do WordPress.

Você nunca vai conseguir utilizar a tecnologia apropriada

A tecnologia que você usa nunca vai ser a tecnologia apropriada. Se ela é muito nova, ela está pouco documentada, há poucas tecnicas desenvolvidas para ela e há muitas coisas que poderão se quebrar quando aplicados em contextos um pouco diferentes.

Se a tecnologia é velha, por outro lado, terá muita documentação, teve muitas tecnicas desenvolvidas e será muito estável, porque pelo histórico todos os problemas que tiveram que acontever já aconteceram e já foram resolvidos. Mas há poucos olhando para desenvolver e mantê-la.

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O sistema Toyota de produção foi criado na metade do século passado e se trata de uma filosofia para ser aplicada nos processos de manufaturas. Esta filosofia chama a atenção às perdas de tempo e dinheiro causadas pelas peças defeituosas. "É melhor fazer direito uma vez, do que fazer mal feito para depois refazer". Ou seja, economizar no processo é uma economia ilusória, porque isso NECESSARIAMENTE leva à perdas posteriores maiores do que um processo mais caprichado feito da primeira vez.

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Nunca me esqueço, à quase dez anos, em meu primeiro ano da faculdade de Marketing em que nos era apresentado o conceito de "miopia em marketing". Esse conceito foi ilustrado com um estudo de caso, apresentado uma empresa de transportes ferroviário que estava perdendo clientes. Os gerentes estavam seguros de seus trens eram muito bons e que seus preços eram justos. Nada estava sendo feito de errado.

Muito infelizmente, a razão ainda não tinha se revelado quando tentaram resolver o problema melhorando ainda mais seus trens. Melhoraram o mix de marketing. Mexeram no preço. Na propaganda e na comunicação. No conforto e nas facilidades para o usuário. Melhoraram os trens. Nada fez efeito e os clientes continuaram a diminuir.

Será que eu consigo fazer melhor que meu chefe?

Como muitas outras atividades, a programação é uma tarefa nobre. Não pode ser feita de qualquer jeito. É preciso ter planejamento, pensar, saber onde colocar as coisas para que não se crie elefante branco que teimam em parar de funcionar e que dá muito trabalho em fazê-lo andar novamente.

E assim também como as outras atividades, a programação precisa ocorrer debaixo do guarda-chuva de uma empresa.

Sem generalizar: o desconhecimento do seu chefe, disputas internas e egos inflados podem tornar o caminho da programação tortuoso. Saber programar, ser cuidadoso, meticuloso, às vezes por si não é o suficiente para se programar bem. Você sabe programar bem, mas não consegue. O ambiente próximo também influencia. Programar não significa trabalhar sem ter que lidar com outras pessoas. Não é nesssa atividade que se tem esse privilégio.

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Antes de poder se intitular como desenvolvedor Android ou IOS, é importante que o programador tenha condições de saber o quanto que ele sabe e o quanto ele estará preparado para oferecer um aplicativo.

Antes de mais nada, sempre é bom deixar claro que existe a possibilidade de, em lugar de desenvolver um aplicativo para celular, desenvolver um site responsivo. O que diferencia um site responsivo de um aplicativo para celular é a capacidade que se tem de o programa controlar os componentes do telefone. Por exemplo, câmera fotográfica, giroscópio, búlsola, acelerômetro, gravação de som, ativação de notificações, utilização do gps entre outras são algumas possibilidades que não são possíveis dentro de um site responsivo. Além disso, o aplicativa provê um acesso mais fácil e rápido das funções da aplicação e neste caso, é muito apropriado para caso o usuário possua um grande envolvimento com a aplicação, além da possibilidade de provê ações sem precisar de uma conexão com a internet. Visto de outro modo, será a sua capacidade de acessar os componentes do celular que o fará um bom desenvolvedor de aplicações de celular.

Ressaca tecnológica

Vivemos uma grande enfervescência das tecnologias digitais nos últimos 10 anos. Ficamos maravilhados com as estatísticas do boom da adoção das redes sociais recentemente surgidas, como o Facebook, o Twitter, o Instagram e o LinkedIn. Ficamos impressionados com as muitas novidades que o Google estava inventando e disponibilizando sem custo algum para as pessoas e empresas utilizarem e alcançarem novos patamares.

Gurus de tecnologia nos embriagavam com termos que parcamente consguiam explicar o que estava acontecendo e se colocavam como capazes de prever as novas tendências para a qual todos nós deveríamos nos preparar.

De repente, parecia que podíamos procurar no mundo da tecnologia da internet a resposta mais eficiente para os problemas. Não só isso, caso não a entendêssemos o que estava acontecendo no mundo digital correríamos um grande risco de ficarmos para trás. O resultado: todo mundo virou um pequeno especialista de tecnologia web. É fascinante pensar que você pode chegar em qualquer lugar apenas com o acesso ao computador e algum conhecimento.

Como ser um bom programador

Para qualquer coisa que se queira fazer bem, o caminho nunca é fácil e nem simples. E talvez eu nem seja tão bom programador para poder falar disso...

Imagino que há vários caminhos diferentes que possam ser trilhados para isso. Para simplificar apresenterei apenas três: experiência profissional em equipe, experiência profissional com projetos sofisticados e experiência com linguagens de programação diversas.